SABÃO DE COCO ARTESANAL, O CONHECIMENTO DE BIOLOGIA E QUÍ-MICA CONTRIBUINDO PARA A MELHORIA DA SAÚDE PÚBLICA.
SABÃO DE COCO ARTESANAL, O CONHECIMENTO DE BIOLOGIA E QUÍ-MICA CONTRIBUINDO PARA A MELHORIA DA SAÚDE PÚBLICA.
1
INTRODUÇÃO
As ações de saúde pública
dependem em muito das pequenas ações cotidianas e individuais, muito mais, que
as grandes e onerosas ações desenvolvidas pelo poder público. E de uma forma
bem am-pla, essas ações estão atreladas ao grau de escolarização individual.
Atitudes simples como
depositar o lixo doméstico próximo do horário de coleta, não deixar água
parada, ou lugares que acumulem água a céu aberto, lavar as próprias mãos com
frequência são ações muito eficazes contra várias moléstias incluindo dengue,
leptospirose, gripe, e outras que to-dos os anos acometem várias cidades do
país.
Para a maioria dessas ações,
o homem comum precisa perceber-se responsável e participativo. Sem ele, mesmo
um único, é possível perder-se todo o trabalho coletivo. O homem civilizado e
educado é parte inseparável da cadeia que nos prende uns aos outros. Se por um
lado o cidadão comum pre-cisa aprender o melhor horário para depositar o seu
lixo, assim como o local adequado; o poder pú-blico precisa oferecer um serviço
de coleta, tratamento, reciclagem e destinação final coerentes com essa
formação e necessidades da coletividade.
Reforçamos assim a
importância do ensino de Ciências durante a educação formal.
Mas entendemos que estudar
ciências é mais que aprender química, física, ou biologia, pois é preciso
aprender conceitos significativos que nos movam a participar de forma positiva
na proteção dos interesses pessoais e coletivos, tendo esses como mais
importantes, ou atrelados àqueles.
Apesar de nem todo
aprendizado alterar as relações coletivas, podem efetuar mudanças de comportamento
que contribuam para a própria saúde e benefício da saúde dos que nos cercam.
O homem educado para o
transito entende que sua conduta, pode livra-lo, e aos outros, de acidentes,
que se ocorrerem acarretam custos altos para o Estado, que é sustentado pelos
impostos de todos, assim como de infortúnios que custam vidas às vezes, ou as
transformam drasticamente, além de conduzir pessoas de forma mais rápida e
eficiente aonde for necessário.
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REAPRENDENDO SEMPRE
Quando o mundo viu surgir a
epidemia de gripe denominada de H1N1, tivemos de reaprender as ações relativas
à higiene pessoal quanto a lavagem de mãos. Caso não a reaprendêssemos e a
colo-cássemos em prática, por certo o número de vítimas poderia ter sido ainda
bem maior do que foi. Posto que não tenhamos remédios eficazes para o
tratamento da H1N1, e tampouco se os tivésse-mos, pelo custo provável, não
seriam populares, nem possíveis aos governos; o combate mais eficaz ocorreu
pela prevenção mais que por qualquer outro meio. Assim ocorre com a transmissão
de do-enças sexualmente transmissíveis e outras que exigem ações individuais
fortes e decisivas.
Lembramos que, no caso da
H1N1, muitas dúvidas foram colocadas na mídia sobre o uso do álcool gel, do
número de lavagens adequadas, entre outras.
Recentemente, no Brasil,
vimos um grande número de empresas fabricantes de sabonetes, contendo
bactericidas, entrando no mercado, ou em alguns casos retornando sob propaganda
que enaltecem a sua eficácia e capacidade de lavagem.
Para alguns pais, o uso
desses sabonetes, ainda que mais caro, traz um custo-benefício inquestioná-vel,
sob o ponto de vista de seus conhecimentos e observações prévias; quase sempre
baseadas ape-nas nas informações veiculadas pela mídia, sobretudo televisiva.
Mas a mesma mídia nos traz
agora a informação do surgimento de “superbactérias”, que seriam por demais
perigosas, e que seriam cepas selecionadas e altamente resistentes a
antibióticos, mesmo os mais potentes conhecidos atualmente. E, tentam os
fabricantes desses produtos de limpeza, associar eficácia na lavagem superior
de seus produtos ao decréscimo dessas entidades microscópicas.
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EDUCAÇÃO COMO FORMA DE PREVENÇÃO, AÇÃO E
MUDANÇAS EFETIVAS
Conhecendo a importância das
ações educativas, para a contribuição da saúde pessoal e pública, desenvolvemos
um projeto no Colégio da Polícia Militar situada em Dendezeiros, na Cidade
Baixa em Salvador (CPM- Dendezeiros). Nesse projeto, os alunos pesquisaram
sobre a eficácia de sabões ca-seiros feitos com óleo de coco, ou feitos com
azeite de dendê usado, e essa eficiência foi comparada à de um sabonete
comercial desses contendo triclosan. Ao fazê-lo, os alunos fizeram leitura de
arti-gos, discussões sobre o tema e a melhor forma de testar a sua hipótese
inicial.
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OBJETIVOS
Inicialmente o objetivo foi
testar a eficácia do sabão caseiro, feito com óleo de coco ou com azeite usado
de dendê, em comparação ao uso de sabonete comercial contendo um bactericida
como o tri-closan, ampliar a leitura e pesquisa, criar e testar hipóteses.
Ao preparar e aplicar o
sabão, os alunos aprenderam conceitos relativos ao ensino de Química. Ain-da
aprendem conceitos como seleção natural, membrana plasmática, permeabilidade
seletiva, noções de higiene, entre outros. Ou seja, conceitos de Biologia.
Estudando sobre as
propriedades terapêuticas dos óleos envolvidos, e as questões relativas à
produ-ção e descarte desses óleos, os alunos estudaram economia e meio-ambiente
também. Ou seja, um tema simples, mas contendo amplas possibilidades de
aplicação dos conhecimentos.
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METODOLOGIA
Foram realizadas diversas
reuniões para discussão quanto ao tema, e como seria possível resolver a
questão inicial, onde questionamos como determinar a eficácia do sabão caseiro,
feito com óleo de coco, ou azeite de dendê, em comparação com o sabonete
caseiro. Fizemos a pesquisa de artigos que pudessem sustentar com teoria e
fornecer informações para a aplicação do teste.
Os alunos perceberam que
seria necessário aprender a fabricar o sabão e testa-lo em suas propriedades durante
a lavagem. Para isso, os alunos criaram meio de cultura alternativo, e testaram
qual sabão efetivamente produzia melhor resultado de lavagem, considerando que
cada sabão seria aplicado sobre 5 diferentes pessoas. O teste consistia em
fazer uma cultura com as mãos das pessoas antes e depois de lavar as mãos.
Após extensa pesquisa, os
alunos testaram algumas fórmulas de fabricação de sabão obtidas pela internet,
onde percebemos que a maioria apresenta grande dificuldade de aplicação, ou são
completamente ineficazes. Alguns dos sabões fabricados possuíam um pH muito
alto, causando grande desconforto ao lavar as mãos.
Dado isso, os alunos
tentaram, então remontar algumas fórmulas, reduzindo o processo e o total de
álcali usado na solução.
Ao passo em que eles
tentavam utilizar uma fórmula já em uso, ou reelaborar alguma, outro grupo
tentava preparar um meio de cultura alternativo, e uma placa alternativa em
substituição a placa de petri. O processo final de fabricação do sabão e do
meio cultura utilizados foram:
5.1 Meio de cultura
Amido de milho: 10g
Caldo de carne: 1 g
Gelatina sem sabor: 1g
Água: 50 mL
5.2 Modo de preparo:
Aqueça a água e dissolva
separadamente a gelatina e o amido de milho. Em seguida, adicione o caldo de
carne com o amido dissolvido. Misture os “ingredientes” e leve ao forno micro-ondas
por cerca de 1 minuto ou ao fogo até que fique em ponto de mingau grosso.
Despeje pequenas quantidades nas placas (ou copinhos) até que forme uma fina
camada.
5.3 Sabão caseiro de coco
Em uma garrafa de água
mineral de 500 mL com a boca cortada (formato de um copo de forma al-ta)
coloque 20 mL de óleo de coco e adicione 20 mL de solução de hidróxido de sódio
a 30%.
Agite a mistura por
aproximadamente 5 minutos e aqueça em banho-maria na temperatura de 50 ºC por
mais 5 minutos; retire do aquecimento e junte 1 mL de etanol agitando sempre.
Mantenha o aquecimento e a
agitação até que se forme uma massa pastosa bastante consistente. Após esse
tempo, retire do aquecimento, transfira para uma forma e deixe esfriar.
Conforme recomendação da
ANVISA (MASSAMBANI, 2006), o sabão deve ter pH ao redor de 10
Para elaborar o sabão de
azeite de dendê usado, foi tomado uma porção de azeite de dendê usado, que foi
aquecido até 80ºC, e peneirado para a retirada de agentes sólidos. Com esse
óleo seguimos o mesmo roteiro utilizado para a fabricação do sabão de coco.
Na falta do béquer usamos um
copo de extrato de tomate. Para esse experimento foram usados 40 mL de óleo de
coco e posteriormente mais 40 mL de azeite de dendê usado.
O teste foi realizado sobre
5 pessoas para cada sabão e mais 5 pessoas para o sabonete, totalizando 5
pessoas.
Para cada voluntário
envolvido, foi preenchido um relatório onde a pessoa falava um pouco dos seus
hábitos de higiene. Os voluntários semearam sobre as placas, antes e depois de
lavar as mãos, havendo duas placas para cada voluntário. Além dessas placas
foram preparadas outras três para controle, uma que ficou aberta por cerca de
10 minutos após adição do meio de cultura, uma segunda sobre a qual foram
colocadas algumas gotas de água, e uma terceira que, após a colocação do meio
de cultura, foi imediatamente fechada, não sendo mais aberta.
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RESULTADOS
Para os alunos que aplicaram
o projeto houve a necessidade de muita pesquisa sobre bactérias, meio de
reprodução dessas, as espécies mais comuns sobre a pele, suas colônias, as
propriedades dos óleos de coco e coco de babaçu, e azeite de dendê. Essas e
outras informações foram obtidas pela leitura e pesquisa de vários artigos, e
muitas discussões.
Os resultados obtidos foram
muito discutidos, e culminou numa apresentação, que durou cerca de 20 minutos
onde eles trataram do projeto como um todo. Mas, infelizmente, não houve a
assistência esperada por parte de professores e alunos. A interpretação dos
dados obtidos foi um processo demorado. Observa-se que os alunos envolvidos no
processo, nem todos foram aprovados, entretanto, comparando com o restante da
turma apresen-tam como diferencial o desejo de aprender as ciências, e ter
delas melhor compreensão.
Quanto aos voluntários, 15,
observamos que apesar de serem instruídos, a maioria não fez a lavagem das mãos
de forma correta. Os meios de cultura não se apresentaram transparentes, e pela
falta de lupa e de microscópios foi impossível verificar se haviam colônias. O
cheiro emanado dos meios nos fez pensar na possibilidade de formação de colônias,
mas não houve qualquer indicação visual de que houvesse crescimento de
bactérias nas placas.
Pelos resultados obtidos,
sugere-se que os dois sabões e o sabonete apresentam eficácia semelhante.
Em pesquisa realizada em
outros artigos, obtemos a informação de que a importância da lavagem está no
uso de água e sabão ou sabonete, não sendo útil o uso de um sabão contendo
bactericida. Segundo a literatura, a presença desses agentes promove uma
seleção de cepas mais agressivas de bactérias, o que, ao longo dos anos apenas
promove a formação de colônias mais resistentes de bactérias. São essas
colônias que, em desenvolvimento fora do equilíbrio normal da pele, vão
promover alguns problemas como o desenvolvimento de manchas, impinges que são
sinais de possíveis desenvolvimentos de micoses.
Alguns desses processos vão
gerar, por seleção natural dessas cepas de bactérias, o surgimento de bactérias
resistentes aos antibióticos.
Ao concluir o projeto, os
alunos perceberam que seria necessário refazer os experimentos, com outros
controles para torna-lo mais confiável. Pensou-se em fazer um número maior de
aplicações, de 5 em cada sabão para ao menos 10.
Além desse aumento no número
de voluntários, pensou-se também em alterar o meio de cultura para torna-lo mais
transparente, e/ou efetuar visualização em microscópio, o que nos obrigaria a
tê-los na escola em condições de uso, ou obtê-los em outro lugar; ou ainda,
pensar num meio de determinar a presença dessas colônias por meio de
indicadores, o que tornaria o trabalho de pesquisa abrangente, mas extenso e
cansativo, considerando as questões iniciais.
Os estudantes foram
convidados para o trabalho por meio da apresentação feita em sala de aula dos
trabalhos realizados anteriormente em outras escolas. Nesse momento apenas dois
alunos se apresentaram mostrando interesse em desenvolver um projeto de
pesquisa. Mas a cada encontro algum novo colega se apresentou, sendo que a
aplicação do projeto foi feita com 12 alunos. Isso demonstra que o efeito é
cumulativo: o ensino por projetos de pesquisa favorece o ensino das ciências
exatas, e principalmente o aprendizado dos alunos. Para o desenvolvimento desse
projeto, os alunos mostraram grande empolgação e atenção. Suas visões sobre a
importância das ciências e seus comportamentos em sala de aula, durante as
aulas de química, mudaram.
Tenho recebido e-mails
desses alunos, os que foram aprovados, questionando se, nesse próximo período
letivo, ainda iremos fazer as correções propostas por eles mesmos, ou se
faremos novos projetos, mesmo que o professor efetivo mude. Isso demonstra que
o interesse no aprendizado excedeu a obtenção das notas, alcançando a
necessidade de aprender. E essa necessidade tem influenciado outros alunos da
escola, mesmo agora no período de férias escolares.
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CONCLUSÃO
A aplicação de projetos de
ensino aprendizagem oferecem meios viáveis de desenvolvimento do conhecimento
científico e inter-relação entre os fenômenos e explicações.
Entretanto, é preciso investimento.
Os laboratórios da escola, encontram-se defasados, tanto em equipamentos quanto
em área útil. Apesar de serem poucos os professores que fazem uso do
labora-tório, pelos motivos mais variados; é perceptível que, ainda assim, há
um congestionamento no uso do espaço, e que as atividades, embora restritas e
poucas acabam por dificultar maior acesso tanto de professores quanto
estudantes.
O número de aulas tem sido
inadequado, uma vez que a aplicação de projetos de pesquisa-ensino-aprendizagem
exige tempo. O acesso à internet, em rápida velocidade, com ao menos dois
micros, impressora e papel, não é apenas uma forma de investimento cego, mas a
forma de garantir que os trabalhos possam fluir coerentemente e rapidamente.
De forma semelhante, o
professor precisa dividir seu tempo entre as atividades corriqueiras de sala de
aula (preparo, leitura, apresentação, correção e aplicação de provas,
planejamento, etc), aliados às atividades de aplicação dos projetos. Ou seja, é
preciso que o professor seja remunerado, ou estimulado à essa atividade que,
reconhecidamente, em muitas literaturas, e artigos sugere grande aproveitamento
para o aprendizado do estudante. Uma experiência útil nesse modelo é o das
escolas técnicas federais que estimulam os professores à pesquisa entre os
estudantes, oferecendo não ape-nas suplementos nos salários, mas redução das
cargas horárias para as aulas meramente expositivas.
Se os meios de fomento para
a pesquisa não trouxerem soluções práticas e rápidas (diminuição das horas-aula,
em sala, por exemplo), no mínimo, o professor precisa ser respeitado e
estimulado às atividades. Em alguns momentos, e não foram poucos, as atividades
realizadas pelo professor foi confundida com simples falta do que fazer, ou
desperdício de tempo.
Uma das queixas dos alunos
que realizaram essa atividade, foi que em grande número de vezes, o fizemos em
horários outros que o de aula, sem a possibilidade de uso do laboratório,
improvisando no uso de equipamentos, e ao final, poucos professores estiveram disponíveis
para contemplar o trabalho realizado pelos estudantes, o que para eles foi algo
um pouco decepcionante.
Estando esses jovens agora
na série seguinte, com atividades próprias da nova série sendo realizadas com
outros professores, o grupo de pesquisa que inicialmente se manteria,
infelizmente, não pode continuar. As novas turmas não apresentam a mesma fibra
e estímulo que a anterior, e, por comprometimentos de saúde severos também
tenho tido dificuldades de insistir no trabalho iniciado.
Reforço que a atividade de
pesquisa, trouxe mudanças no estudante que passou a ler e pesquisar com mais
frequência, buscando qualidade nos seus estudos; fato que pode ser comprovado
nas conversas com os atuais professores desses jovens.
Entretanto, não vejo outro
caminho para uma mais eficiente promoção da pesquisa-ensino-aprendizagem entre
esses jovens, uma vez que essa concepção de estudante, aluno, incapaz, dependente
do professor não cabe mais no mundo moderno. Neste “Admirável Mundo Novo” onde
as informações circulam com grande velocidade, e mais que acúmulo de
informações, o estudante precisa sim é de relaciona-las coerentemente, e essa
educação “bancária”, precisa ceder lugar, definitivamente a uma educação mais
que libertária. Uma educação inclusiva e participativa.
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